5 razões para aprender HTML e CSS

Aprender HTML e CSS não lhes serve apenas para os web designers. Vejamos algumas razões por que talvez você queira aprendê-los também.

HTML, sigla para HyperText Markup Language (linguagem de marcação de hipertexto), refere-se à linguagem de marcação para a elaboração de páginas web. Complementa-se com as Folha de estilo em cascata ou CSS (sigla em inglês para cascading style sheets), linguagem utilizada para definir a apresentação de um documento escrito em HTML.

É normal que a maioria das pessoas que querem entrar no mundo do web design seja a que mais se quer aprender HTML e CSS. Mas não queira dedicar a sua vida ao web design não significa que você não possa aprendê-las também. Aprender HTML e CSS pode ser de utilidade, vejamos porquê.

1. Você pode criar sites simples

Quer uma página web pessoal ou para o seu negócio, ter um site próprio se dá de uma presença online, e um certo grau de profissionalismo. Você terá um site que mirar seus contatos e como és tu, que controla totalmente o conteúdo, você será capaz de transmitir o tipo de imagem que deseja.

2. Você pode mexer com o código de outras páginas

A maioria dos navegadores modernos incorporam ferramentas para desenvolvedores com as quais podemos fazer simples mudança, como alterar o texto da página, cores, imagens ou o que quer que nos aconteça. Essas mudanças só são visíveis no seu PC, o que permite criar um ambiente de aprendizagem sem danificar a verdadeira página web. Ferramentas como esta são excelentes tanto para aprender como para descobrir se você está interessado neste tipo de tecnologias.

3. Serve para escrever na Internet

Se você tem um blog ou quer escrever em qualquer um de vez em quando, sabe do que estou falando. É totalmente certo que podemos usar os formulários de texto para introduzir os elementos de que queremos falar, mas o controle absoluto do conteúdo não há outra forma de obtê-lo se você não é capaz de escrever na linguagem HTML.

Às vezes copiamos o conteúdo do Word ou de outra fonte e vem com estilos raros ou quebrados que você tem que corrigir, editando o código. Isto não só se aplica para escrever em blogs, mas também muitos sistemas de comentários de outros sites, que permitem a utilização de tags HTML para deixar nossas palavras com um formato específico.

4. Incorporar conteúdo de outros websites

Muitas páginas têm a opção de compartilhar uma parte do seu conteúdo em outros sites, como Youtube. Ser capazes de editar a forma que outras pessoas vão ver o conteúdo pode ser de utilidade. Por exemplo, talvez queiramos compartilhar alguns segundos concretos de um vídeo ou simplesmente queremos que o leitor faça o jogo com a web que conhece.

5. É uma porta para coisas mais avançadas

Uma vez que já sabemos um pouco de HTML e CSS talvez queiramos dar-lhe um pouco de interação com a nossa página web, para o que aprenderemos, por exemplo JavaScript. Então é possível que você deseja que o conteúdo seja gerado dinamicamente e seja capaz de manter determinada informação, pode ser PHP e MySQL, ou qualquer outra alternativa. Mais adiante, queremos fazer uma aplicação para android da nossa página ou aplicação web que desenvolvemos, assim que leremos algo sobre Java que é para o Android. Em um dado momento, talvez gostaríamos que nossa aplicação funcionasse independente de um navegador web, ou seja, uma aplicação de ambiente de trabalho, pelo que, se usamos o Linux por exemplo, podemos procurar informações sobre a Vala e Gtk+ e Qt, que tem um bom suporte multiplataforma.

Como pode ver, a final, uma coisa que nos pode levar a outra, e acabamos caindo de cheio neste apaixonante mundo tecnológico. O meu caso é este último, aprender uma coisa me costuma levar a ter a necessidade de fazer algo novo, por isso que tento aprender uma outra coisa a mais para complementar a anterior. É um círculo que se repete uma e outra vez, mas se você gosta de aprender coisas novas, é um grande passatempo.

5 Dicas para Escolher um Celular Bom e Barato

 

Recomendamos vários pontos que servirão para escolher seu próximo celular, e, sem que se mantenha a simplicidade com as especificações técnicas.

Sejam mais caros ou mais baratos, o certo é que ninguém quer gastar mais dinheiro do que o necessário na hora de comprar um telefone. Por isso é útil saber em que consiste cada um dos componentes internos básicos para não cair na armadilha da ganância de um vendedor.

Se te complicam as especificações técnicas, aqui deixamos alguns dos elementos cruciais e como distingui-los.

Armazenamento

Na maioria dos telefones Android, poderemos guardar os dados em dois locais: memória interna e cartão microSD. Embora seja comum referir-se a ambos como “memória” é importante não confundi-lo com a memória RAM. É um pequeno chip que equivale ao disco rígido tradicional em computadores.

É medida em Gigabytes (GB) e basicamente nos diz quantas aplicações, fotografias e vídeos podemos ter no celular. É importante que o armazenamento interno seja amplo. Embora possamos tirar o cartão microSD, o certo é que nem todas as aplicações nos vão permitir tirar proveito e utilizam, exclusivamente, o chip principal.

  • Ruim: 8 GB ou 16 GB.
  • Aceitável: 32 GB.
  • Bom: 64 GB ou mais.
    Se tem um cartão microSD melhor do que se não tem. Às vezes vêm de bandeja que permite ter dois cartões nanoSIM ou uma nanoSIM e microSD.

Memória RAM

Neste caso trata-se da memória que o telefone usa enquanto está em funcionamento. Quanto mais mais aplicativos poderemos ter funcionando ao mesmo tempo, sem que o telefone fique lento e pode mudar de app rapidamente e com fluidez.

Também é medido em Gigabytes (GB), embora o total é muito inferior ao do armazenamento interno, pois precisamos apenas de uma parte e são chips mais rápidos e caros. É um componente crítico, a longo prazo, e se pensarmos explorar o aparelho por muitos anos, quanto mais melhor.

  • Ruim: 1 GB.
  • Aceitável: 2 GB.
  • Bom: 4 GB ou mais.

Processador

O cérebro principal da máquina. Há muitos modelos e marcas, e é mais do que possível ficar confuso, sinceramente. Os principais são a linha “A” da Apple, os Snapdragon da Qualcomm, Exynos da Samsung e Kirin da Huawei. Estão separados em número de núcleos, embora as configurações são várias, e é comum que haja processadores com oito núcleos muito piores do que alguns com quatro núcleos.

Como são tantos modelos, é difícil dar uma recomendação básica. No iPhone, os processadores com um maior número são mais potentes e modernos. Na Snapdragon, da gama “400” representa capacidade baixa, a “600” a capacidade alta, e a “800” é a capacidade alta, mas aqui há um truque: você tem que tentar evitar os processadores de anos passados (um Snapdragon 636 é mais moderno e preferível a um Snapdragon 810). O mesmo acontece em Kirin e Exynos, com numeração progressiva.

Bateria

Um dos pontos mais cruciais. Temos que ter em conta não só o total de energia que pode ser armazenada (medida em miliamperios hora: mAh), mas também funções como a carga rápida que nos levará de muitos apuros podendo recarregar a bateria em muito menos tempo.

Quanto mais bateria melhor, mas cada telefone e cada processador gasta de forma diferente, e é um dos principais indicadores do tamanho de um celular. Por exemplo, os iPhone modelo “Plus” tem uma bateria maior e que permite tirar mais proveito no dia-a-dia, mas também são muito maiores.

Em geral, para um dispositivo com Android a regra geral pode ser a seguinte:

  • Ruim: 2.000 mAh.
  • Regular: 2.600 mAh.
  • Bom: 3.200 mAh ou mais.

Câmeras

Por último, as câmeras são outro dos pontos confusos. Há que ter em conta que quase qualquer celular tira hoje em dia muito boas fotos com boa luz, mas em ambientes suaves e noite a coisa muda.

Nem todos os sensores (o chip que recolhe a luz e as lentes (os cristais que a deixam passar) são feitos iguais, nem mais megapixels significa necessariamente melhores fotografias, nem uma dupla câmara oferecidos por necessidade melhores resultados do que uma só.